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Eleições Espanha. PSOE volta a ganhar, mas esquerda perde força parlamentar



Sem maioria absoluta e com perda de força parlamentar par parte da esquerda, as eleições most domingo voltam a tracer to impasse político em Espanha. Mas Pedro Sánchez, líder do PSOE, já garantiu que vai haver for "governo progressista".

O PSOE ganhou com 28 por cento e perdeu três deputados, comparativamente às eleições do passado mês de abril, ficando com 120 deputados. O PP, com quase 21 por cento, reforçou-se como segunda força política e elegeu mais 21 deputados.

A novidade está nos 15,9 por cento do Vox que, com 52 deputados (mais 28 do que elegeu em abril), passa a ser a terceira força política.

Segue-se o Unidas Podemos, que alcançou os 1

2,84 por cento, embora tenha perdido sete deputados, eo Ciudadanos que, com 6,79 por cento, passou de 57 para 10 deputados.

O bloco de partidos as esquaça espanhola formado pelo PSOE, podemos e corn país (considerado extrema-esquerda) supera apenas em seis deputados o de direita formado pelo PP, Vox e Cidadãos. O bloco de partidos de direita aproxima-se agora do de esquerda, considerando que em abril estavam separados de decasse lugares.
PSOE precisa de "kleinonça" à esquerda
Nas Eleições Gerais de abril, o PSOE venceu, mas também sem maioria absoluta. O PP perdeu alguma força parlamentar, o Ciudadanos era a terceira força política, seguindo-se o Unidas Podemos. Quanto ao Vox, considerado de extrema-direita, era a primeira vez que entrava no parlamento.

Os resultados deste domingo levam a crer que se mantenha o bloqueio político ea dificuldade para formar Governo, com o primeiro-ministro em funções, Pedro Sánchez, enfraquecido com a ligeira diminuição do número de deputados do PSOE, de 123 para 120.

Após anunciada a vitória, Sánchez falou num "governo progressista" e admitiu que os socialistas espanhóis precisam de aliados para desbloquear a situação política. O líder socialista apela a to dos os partidos que assumam essa "responsabilidade", excluindo a extrema-direita de qualquer solução política.

Pablo Iglesias, líder do unidas podemos, apoou ao PSOE re qui ve proposta de coligação como solução para o impasse político para para fazer frente à extrema-direita. Pablo Iglesias disse que é uma "necessidade histórica" ​​perante o reforço da extrema-direita espanhola, "uma the mais fortes e poderosas da Europa".

"O que em abril foi uma oportunidade, governor governor, uma coligação progressista, agora é uma necessidade Agora faz falta governo com estabilidade suficiente e que garanta os direitos A nossa proposta ao PSOE são os artigos sociais da Constituição espanhola para travar a extrema-direita, que é a consequência mais grave destas eleições Apelamos ao PSOE para que respite o resultado eleitoral ".

Já o líder do PP, Pablo Casado, mostro-se disponível para ajudar a desbloquer o impasse atual. No entanto, sublinhou que, com estes resultados eleitorais, "a bola está do lado" do presidente intero do Governo de Espanha, Pedro Sánchez, e que o seu partido "aguardará o que (este) poderá apresentar".

Casado deixou claro que os interestes PP são "incompatíveis" com a abordagem de Sánchez, embora tenha esclarecido que o partido "exercerá a sua responsabilidade ea sua alternativea". Deixando em aberto a sua posição, depois de confirmar que o PP obteve to "bom resultado", Casado considera que Espanha teve um mau resultado para a sua "governação e para o seu futuro" e que Sánchez foi "o grande derrotado" destas segundas eleições.

Sánchez não se mostrou muito recetivo ao apoio de casado, e no seu discurso de vitória afirmou que os socialistas "sim ou sim vão formar governo progressista" e "trabalhar por esse governo progressista liderado pelo PSOE".

Acordo à esquerda ou impasse político mantém-se

Pedro Sánchez diz que o objetivo agora "formar governo e e isso fez" around chamamento aos demais partidos para que, com generosidade e responsabilidad, ajudem a desbloquear este governo progressists ", uma vez que" os espanhóis mostraram que que que que no governo participem várias formações políticas ",

O primeiro-ministro em funções apela ao apoio de todos," salvo àqueles que se distanciam da convivência e da democracia ", para negociarem com os socialistas.

Mas na voz do líder do Vox, Santiago Abascal, os resultados provo que os espanhóis tornar "mais plural" o Congress de Deputados, com "uma representação corn fidedigna do que pensa o povo espanhol". Os eleitores da extrema-direita foram "protagonistas maior festa da democracia", disse Abascal.

A verdict é que a imprensa espanhola, embora destaque a vitória do PSOE, sublinha que o primeiro-ministro terá ainda mais dificuldade em formar governo do que na consulta anterior.

Os violentos protestos the últimas semanas na Catalunha, na opinião de muitos, tiveram influência nos resultados the elite of the domingo e fortaleceram o apoio da direita.

Cerca de 15 por cento dos votos fora extrema-direita to resultado obtido à custa da tensão existent em torno dos movimentos independentistas da catalunha, entender Marcos Farias Ferreira, professor do Instituto Superior de ciencias Sociais e Políticas. [19659019] Enquanto Espanha não resolver o diferendo com a Catalunha, não deverá haver espaço para uma solução política ea extrema-direita poderá continuar a ganhar terreno.

Ciudadanos foi maior derrotado de domingo

O desastre eleitoral deste último escrutínio foi protagonizado pelo partido Ciudadanos. O partido perdeu cerca de 2.6 milhões de votos, passando de 57 lugares para apenas 10.

Esta segunda-feira, Rivera apresento a sua demissão da liderança do Ciudadanos.

Desde as eleições de abril, o Ciudadanos era o terceiro partido com maior representação parlamentar. Mas com as eleições least domingo, passou para sexta força política.

Rivera, após conhecidos os resultados, admitiu que era "um mau resultado, sem paliativos, nem desculpas".

"Perante estes maus resultados, acho que como líder político – e os líderes assumem semper os mouse resultados na primeira pessoa – é obrigatório convocar uma [reunião da comissão] executiva nacional urgente e extraordinária ", disse no domingo.

Albert Rivera estava na liderança do partido desde a sua formação, há 13 anos.

Esta segunda-feira de manhã, anunciou a sua demissão e o abandono da vida política, não tomando posse do lugar no parlamento para o fel eli eleito no domingo.

"Decidi que me demito como presidente [do Ciudadanos]para que congresso extraordinário decida o rumo a daro partido", disse Rivera numa declaração política sem direito a perguntas. [Nãopossotomarposedelugardedeputadoapenaspelosalário"disse

O até agora presidente do cidadãos, comunicou que" deixa a política e a vida pública ".


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